Origem: Sul dos Estados Unidos (Texas ou Louisiana)
Profissão: Fazendeiro e Pescador
Aspiração: Riqueza
Personalidade: Trabalhador, honesto, leal, teimoso, rústico, bom com as mãos
Gostos: Vida ao ar livre, cavalos, churrasco, música country, pescar ao nascer do sol
Desgostos: Cidade grande, burocracia, gente metida
História:
Ethan cresceu em uma fazenda familiar, aprendendo desde pequeno a cuidar da terra e dos animais. Quando seus pais envelheceram, ele assumiu as responsabilidades, mas percebeu que precisava expandir os negócios para se sustentar. Mudou-se para a nova cidade para recomeçar, comprando um pequeno terreno para plantar e pescar, vendendo sua produção para os moradores locais.
Ele é o tipo de cara que fala pouco, mas quando fala, suas palavras têm peso. Costuma resolver as coisas com trabalho duro e um aperto de mão firme. Apesar de sua aparência durona, ele tem um coração grande e protege aqueles que ama.
Caso alguém precise de uma mão, Ethan sempre está disposto a ajudar, seja consertando algo, oferecendo um conselho direto ou simplesmente compartilhando um bom churrasco.
Um Novo Começo para Jack Wyatt
Jack Wyatt sempre sonhou em ter sua própria terra, um pedaço do mundo onde pudesse plantar, colher e ver o fruto do seu próprio esforço. Mas sonhos custam caro, e ele sabia que não conseguiria isso sem correr riscos. Foi assim que ele chegou à África do Sul, com uma mala cheia de expectativas e um bolso carregado de dívidas.
A fazenda que comprou não era grande, nem estava nas melhores condições, mas era sua. Um campo vasto de terra seca esperando para ser cultivado, um celeiro que precisava de reparos e uma casa simples que ele chamaria de lar. O trabalho duro começou no instante em que ele pisou ali. Do amanhecer ao anoitecer, Jack arava a terra, preparava as sementes e fazia cálculos incessantes sobre como pagaria o empréstimo.
Por enquanto, ele estava sozinho. Não conhecia ninguém na região, apenas os fornecedores que vendiam equipamentos e sementes. Mas no fundo, ele sabia que não poderia continuar assim por muito tempo. A solidão pesava, e ele precisava de algo – ou alguém – para lhe fazer companhia. Foi então que lhe veio uma ideia: um cachorro. Um amigo fiel para enfrentar os dias longos no campo.
Com a terra recém-plantada e um futuro incerto, Jack estava pronto para encarar os desafios de sua nova vida. O sucesso da fazenda dependia de seu esforço, e ele não podia falhar.
Apesar da vida agradavel , Jack sentia falta do seu país e muito mais de uma companheira
Uma Noite Inesperada no Bar
Jack Wyatt não era exatamente um homem de cidade. Depois de se endividar para comprar sua fazenda, ele passava os dias entre o campo e seu fiel cão Scout, um Border Collie cheio de energia. Mas naquela noite, por insistência de seu amigo Marcos Delgado, decidiu sair.
Marcos era um mecânico mexicano que Jack conhecera casualmente no café da cidade. O cara era extrovertido e bem-humorado, o oposto de Jack, mas de alguma forma eles se deram bem. Quando Marcos sugeriu irem a um bar movimentado para aproveitar a noite, Jack hesitou. Não era muito de baladas, mas cedeu.
O bar estava cheio, com música alta e um burburinho animado de vozes e risadas. Jack se sentiu um pouco deslocado no início, mas logo percebeu que aquela noite poderia guardar surpresas. E guardou.
Foi ali, no meio da multidão, que Jack viu Kendra pela primeira vez. Ela era uma mulher deslumbrante, de traços marcantes e uma presença cativante. Seu sorriso era caloroso, e seu olhar tinha um brilho misterioso. Marcos, sempre ousado, foi o primeiro a se aproximar dela, puxando conversa com seu jeito descontraído. Jack observava de longe, mas algo dentro dele dizia que aquela mulher não era alguém comum.
Ele não sabia ainda, mas aquela noite mudaria tudo.
Jack estava radiante. Finalmente, Kendra estava ali, na fazenda que ele tanto sonhou construir. Ele passou o dia preparando tudo—limpou a casa, ajeitou a varanda e até comprou flores na cidade para dar um toque especial. Quando Kendra chegou, vestindo um vestido elegante azul-claro, Jack sentiu o coração acelerar.
"Bem-vinda ao meu lar", ele disse, abrindo os braços como se quisesse mostrar o mundo que estava construindo.
Kendra sorriu, mas foi um sorriso educado. Seus olhos passearam pelo campo aberto, pela casa rústica, pelos móveis simples. O vento balançava suavemente as cortinas, e ao longe, Scout, o fiel Border Collie de Jack, corria animado pelo pasto.
"Então… é aqui que você mora?" ela perguntou, sem a empolgação que Jack esperava.
Ele assentiu, orgulhoso. "Sim! Sei que ainda tem muito trabalho pela frente, mas essa terra tem potencial. Eu estou investindo nisso. Em breve, vai estar gerando lucro!"
Kendra caminhou devagar até a cerca de madeira, observando o campo. Seus saltos afundaram levemente na terra. Ela soltou um suspiro discreto. Jack notou.
"Você não gostou?", ele perguntou, sua voz agora carregada de insegurança.
Ela hesitou, escolhendo bem as palavras. "É... diferente do que eu imaginei. Você mora aqui sozinho?"
"Sim. Bem, Scout tá sempre por perto", ele brincou, tentando aliviar a tensão. Mas Kendra não riu.
Por dentro, Jack sentiu um aperto. Ele sabia que Kendra gostava de conforto, de luxo, de lugares movimentados. A cidade era seu habitat natural. Mas ele queria acreditar que ela veria o que ele via naquela terra—um futuro, um lar, um sonho crescendo do zero.
O silêncio entre os dois se estendeu. Jack esperava que Kendra dissesse algo, que desse um sinal de que aquilo poderia funcionar. Mas, em vez disso, ela apenas sorriu de leve, sem muito entusiasmo.
Naquele momento, uma dúvida começou a crescer dentro dele. Será que Kendra realmente se via ao lado de um fazendeiro? Ou ela estava ali apenas por curiosidade?
O namoro com kendra teve os seus momentos bons, ela era a propria energia, o levou para conhecer muitos lugares da cidade que ele não conhecia, aquilo foi otimo para ele, com poucos meses ela se mudou para a fazenda dele, ele então pensou em a pedir em casamento, mesmo sabendo no fundo que ela não foi feita para ele,— Jack... — ela começou, com uma voz hesitante. — Eu acho que estou procurando algo diferente... Conheci uma pessoa, ontem. Alguém mais... alinhado com o que eu quero agora.
Jack apenas assentiu. Ele já sabia. Sentia isso nos gestos dela, nas palavras não ditas. Ainda assim, ouvi-la doía.
— Você merece alguém que enxergue tudo isso aqui como você vê — ela continuou, fazendo um gesto vago para a fazenda. — Mas eu... não sou essa pessoa.
Ele a acompanhou até a estrada de terra, onde ela chamou um táxi. Nenhuma lágrima caiu — nem dela, nem dele. Mas Scout pareceu entender, e deitou o focinho sobre o pé do dono quando o carro sumiu na curva.
Jack ficou ali por um tempo, olhando o céu aberto. E pela primeira vez em dias, ele sorriu. Porque sabia que seu sonho continuava de pé — e ele não precisava ser dividido com quem não estava disposto a caminhar ao seu lado.
Os dias passaram, e a fazenda seguia sua rotina. O sol nascia no mesmo horário, as plantações cresciam com a mesma sede de água, e Scout corria pelos campos como se nada tivesse mudado. Mas dentro de Jack, tudo estava diferente.
Ele seguia firme no trabalho, cavando a terra com força redobrada, cuidando dos tomates e das mudas novas com uma precisão quase obsessiva. Mas, ao anoitecer, quando o campo mergulhava no silêncio e o céu se pintava de roxo, era impossível ignorar o vazio.
A cadeira de balanço ao lado da dele permanecia vazia. O café que ele fazia para dois agora esfriava na xícara esquecida. E às vezes, Jack se pegava olhando para o celular, abrindo e fechando a galeria de fotos, revendo o sorriso de Kendra, os olhos vivos, a forma como ela andava descalça na varanda da casa.
Ele não queria admitir, mas sentia falta dela. Não apenas da presença física, mas da esperança que ela trouxe por um breve momento. A ideia de construir algo a dois, mesmo que com dificuldades. E isso doía. Não por raiva, mas por saudade. Saudade do que poderia ter sido.
Rotação#2🔄🏡
Rotação#3🔄🏡
Mas a verdade era que a ela se sentia esgotada.
Rotação#4🔄🏡
Rotação#5🔄🏡
O casal completou mais um ano de casados.A rotina de tornou muito pesada, Kendra nem conseguia dormir direito com dois bebês e uma criança.
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